Tic tac... Tac tic...
Tic tac... Tac tic...
E, assim, o relógio prossegue seu caminho...
Tic tac... Tac tic...
Olhamos para ele,
Muitas vezes com pressa, atrasados,
Apenas vemos as horas,
Porém nunca o observamos com profundidade!
Os tic tacs parecem sempre os mesmos,
A sinfonia que ouvimos, nunca muda,
Ele está lá, imponente, robusto,
Com a melodia que se acostumara a tocar...
Os ponteiros, são sempre os mesmos,
Os números, também,
Seus movimentos, não saem da órbita,
E então: sempre tudo igual?
Sabemos que o relógio
Serve para as horas marcar,
Sempre as mesmas, sempre iguais,
Não importa os dias que passar...
Mas, há algo nisso tudo
Que não percebemos,
Ainda que esteja ali
Todos os dias, com o relógio insistindo em nos mostrar...
O tempo passa,
Disso, não temos dúvida!
Dia após dia, sempre a se repetir...
Ops, será mesmo???
Será mesmo que todas as nove horas são iguais?
Será mesmo que a meia noite que passou é a mesma que vai voltar?
E as sete e pouco: vou-a ver de novo?
O mesmo digo das dezoito e das dezesseis!!!
Talvez, se pudesse falar,
Com certeza o relógio estaria a nos avisar
Que aquele tempo que acabou de passar,
Infelizmente nunca mais irá voltar!!!
Dia após dia, hora após hora,
Momentos são vividos,
Momentos são desperdiçados,
Momentos vão passando...
Mas, uma coisa é certa:
Seja o que for que fizermos com eles,
Os momentos são únicos e não voltam mais,
Eles não se repetem, se vão com o tempo!!!
A cada volta que o ponteiro dá,
Um espaço de tempo ficou para trás,
Uma oportunidade no tempo se perdeu
E não mais terá chance de voltar, ainda que isso nos faça chorar!!!
Tic tac... Tac tic...
Tic tac... Tac tic...
O relógio continua sua melodia,
Dia e noite, noite e dia!!!

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